Não tenho medo dos medos que moram dentro de mim. Já nos declaramos guerra e, desde então, vivo em paz.
Mas vejo bem as caretinhas que eles me fazem do lado de lá.
Dali. De onde o dia é sempre cinza. Explodem em deboches, como granadas num audivelmente surdo campo minado. Acionadas por qualquer variação de tempo.
Agora, para cá entre nós, nesse cantinho onde repousa a mente do coração - aí eles não voltarão jamais.
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
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