Quando ele me telefona,
eu sei sempre
o que às vezes não sinto.
É como uma certeza mimetizada em fios de cobre
onde pousam e voam passarinhos
e borboletas de estômago...
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
domingo, 27 de setembro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
Poesia crua. (Ou: Poema para Fábio)
O papel em branco
pode ter qualquer cor
desde que espelhe a alma.
(Ou coisa que por ela ande.)
O que amo em ti
- não houvesse palavra -
escreveria igual:
...
(Para ler a mordidos lábios.)
pode ter qualquer cor
desde que espelhe a alma.
(Ou coisa que por ela ande.)
O que amo em ti
- não houvesse palavra -
escreveria igual:
...
(Para ler a mordidos lábios.)
domingo, 6 de setembro de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)
Poema de Halloween.
Aqui jaz uma poetisa descalça de um pé, procurando o outro sapato. Atrasada até para passar o café, tem no encalço uma pequena filha cont...
-
Quando o meu pior medo pulou da caixa dos temores para o meio da rua era como se esta rua já nem fosse mais tão minha assim. Então, me...
-
Aqui jaz uma poetisa descalça de um pé, procurando o outro sapato. Atrasada até para passar o café, tem no encalço uma pequena filha cont...
-
Talvez eu tenha algo a dizer sobre o tempo que passa que ultrapasse as pequenas ganâncias que moram em mim e querem dominar o mundo. Sempre ...