domingo, 13 de setembro de 2015

Poesia crua. (Ou: Poema para Fábio)

O papel em branco
pode ter qualquer cor
desde que espelhe a alma.

(Ou coisa que por ela ande.)

O que amo em ti
- não houvesse palavra -
escreveria igual:

...

(Para ler a mordidos lábios.)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Poema de Halloween.

 Aqui jaz uma poetisa descalça de um pé, procurando o outro sapato.   Atrasada até para passar o café, tem no encalço uma pequena filha cont...