Abraço o teu corpo pois é onde você costumava estar.
Procuro o vigor das promessas de um dia em teus olhos soturnos, pesados, que fitam o tergiversar.
Te busco no forçar d'um sorriso que sei que você já não mais sente...
E espero mais um pouquinho.
Não tenho relógio.
Vasto, inóspito, imenso e esburacado coração
- nas batidas, minera, buscando ainda encontrar teu veio, meu aluvião!