Já era tarde, e mesmo assim o papagaio-louro-do-bico-dourado dava bom dia, como quem persistia ao repetir. Envoltas em amarelo, às suas cinzas pálpebras cerradas fugia o céu azul do sempre nunca. Elas escondiam seus olhos. Ele tinha as asas cortadas.
Para que não voasse.
Mas era pássaro.
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
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