Setembro e suas manhãs passaram varrendo a calçada e cada esperança de um coração. Qual balões, uma a uma, voaram bufadas pelo vapor quente. Restou o chão, deserto e árido, que já estava lá. Ainda assim, tinha florescido.
E o que se ressente é por pura saudade. Que, do mais, já tapei a boca para nem mesmo falar.
Sem setembro, entardece em mim. No fim da linha, restamos sempre um só. Irmanados. De vez em quando, isso é tudo. No ponto do casear dormente do amor, em que pese o desalinhavado.
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
domingo, 1 de outubro de 2017
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