Terminasse de limpar as gavetas, ele iria embora. Por não haver motivos para ficar. Da mesma forma como permaneceria. Não houvesse motivos para partir.
Era eterna a busca gravitacional por um eixo.
Abismados com a situação, chefe e colegas se despediam.
Da estrada, o mais eram as contrarregras da vida desmontando e remontando um novo cenário. Para o mesmo ato.
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
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Poema de Halloween.
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Quando o meu pior medo pulou da caixa dos temores para o meio da rua era como se esta rua já nem fosse mais tão minha assim. Então, me...
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