Quando deliro, o corpo me atrapalha a alma:
Essa pressa que sai batendo a porta, sem onde
Ou desde.
Deito, mas a tosse, sacudindo sua feia dança,
Diz que é hora de acordar
- por escuro o céu -
E a vigília me esgarça o olhar
Inchado.
Se eu apenas deliro,
Embebedada a calma,
Do raso, me afoga um fundo cheio.
Eu quase que quase não nado.
Desculpe a indefinição de estilo. É que, enquanto escrevo, vem a vida e me troca as canetas...
sábado, 6 de agosto de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Poema de Halloween.
Aqui jaz uma poetisa descalça de um pé, procurando o outro sapato. Atrasada até para passar o café, tem no encalço uma pequena filha cont...
-
Quando o meu pior medo pulou da caixa dos temores para o meio da rua era como se esta rua já nem fosse mais tão minha assim. Então, me...
-
Aqui jaz uma poetisa descalça de um pé, procurando o outro sapato. Atrasada até para passar o café, tem no encalço uma pequena filha cont...
-
Talvez eu tenha algo a dizer sobre o tempo que passa que ultrapasse as pequenas ganâncias que moram em mim e querem dominar o mundo. Sempre ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário